Consumido
Ousado como o tardio passado,
Onde simples homens fizeram história.
Buscando a compreensão,
Do tão desconhecido amor.
Estranho aos olhos alheios,
Sem futuro para quem palpita,
Mas tudo pode ser explicado,
Observando o tempo passar.
Como a fumaça do cigarro,
Se espalhando pelo ar.
Sumindo ante a face do homem,
Onde tudo pode se transformar.
Escrito nas duras pedras,
Contado nas areias da ampulheta,
Observado nos mais tristes pesadelos,
Consumado no coração sonhador.
Real – imaginário.
Depende de quem vive,
De quem faz,
Da coragem de viver.
Seminarista Cappucci
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